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Existem diferentes formatos e pacotes de bilhetes para visitar o Palácio de Versalhes:
Entrada no Palácio de Versalhes com audioguia: é normalmente o produto mais conveniente se quiseres fazer uma visita mais leve, ao teu próprio ritmo, sem depender de um guia ou de grupos de partilha. Audioguia com um historiador de arte.
Visita guiada ao Palácio de Versalhes (entrada incluída): Perfeito para o viajante cultural que deseja uma experiência mais rica, acompanhado por um guia especializado com o qual visitarás todas as partes do Palácio de Versalhes e dos seus Jardins.
Visita privada ao Palácio de Versalhes com transfer de Paris: a visita mais premium. Uma visita guiada reservada exclusivamente ao teu grupo, incluindo um transfer privado de Paris.
Packs especiaisEntrada no Palácio de Versailles com audioguia + Cruzeiro no Rio Sena. Existem packs que te permitem adquirir outras experiências em Paris e também reduzir o custo das duas actividades separadamente.
O horário oficial de abertura do Palácio de Versalhes estipula que está aberto todos os dias da semana, exceto às segundas-feiras. O Palácio de Versalhes está aberto das 09:00 às 17:30 horas. O Palácio do Trianon abre às 12:00 horas e fecha às 17:30 horas.
O horário oficial de abertura do Palácio de Versalhes é de terça-feira a domingo, sendo a segunda-feira o único dia da semana em que se encontra encerrado. Os únicos dias de encerramento extraordinário do Palácio de Versalhes são 25 de dezembro, 1 de janeiro e 1 de maio.
O Palácio de Versalhes está situado na Place d’Armes, 78000 (Versalhes). Para lá chegar a partir de Paris, existem várias opções:
Comboio: a opção mais direta para a maioria dos viajantes é o RER C (linha de comboio regional) para a estação Versailles Château – Rive Gauche e depois caminha até ao Palácio. Este é o percurso “clássico” porque te leva muito perto da entrada principal. Palácio de Versalhes (Château de Versailles)a estação mais conveniente é normalmente Versailles Château – Rive Gauche (RER C)cerca de 10 minutos a pé. Toma o RER C em direção a Castelo de Versailles – Rive Gauche (este é um dos ramais ocidentais da linha). Quando chegares, segue as indicações para o Palácio. No total, a partir de Paris, podes demorar 35-45 minutos a chegar ao Palácio de Versalhes.
AutocarroÉ possível chegar ao Palácio de Versalhes de autocarro, combinando metro + autocarro: chegas de linha 9 do metro até à Pont de Sèvres e depois apanha o autocarro RATP 171 para o Château de Versailles. Em condições normais, o autocarro pode demorar cerca de 30 minutos (sem trânsito).
Carro, táxi ou VTCSim, de carro, o acesso habitual é pela A13 (saída 5 “Versailles Centre”)Existem parques de estacionamento pagos à volta do local. De táxi/VTC, o tempo varia muito em função do trânsito e da hora do dia.
Se quiseres ver o Palácio de Versalhes e os Jardins sem pressas, o melhor é reservar um dia inteiro: reserva 2-3 horas para o interior do Palácio e outras 2-3 horas para passear pelos Jardins (mais se te quiseres perder nos bosques, ver as fontes nos dias de espetáculo ou parar para um passeio sem pressas). Numa visita “expresso” dos pontos de visita obrigatória, poderias fazê-lo em 4-5 horas, mas para o apreciares realmente, 6 horas é normalmente o mais realista.
O site é propriedade da MNPQ Gestores Turísticos SL, uma agência de viagens grossista-retalhista com o C.I.AN-187008-3, que opera sob a marca comercial My Top Tour. Não somos a agência de vendas oficial do monumento, somos uma agência de viagens especializada na venda de bilhetes, experiências e excursões, bem como organizadores e mediadores destas últimas. Todos os nossos preços são agrupados ou discriminados por serviço.
Versalhes não nasceu como um grande palácio, mas como um lugar tranquilo no meio da natureza, apreciado pelos reis franceses pelas suas florestas e caça. Em 1623, o rei Luís XIII mandou construir aqui um pequeno pavilhão, simples e funcional, longe da azáfama de Paris.
Ao longo dos anos, o edifício foi-se alargando e ganhando importância, tornando-se uma residência cada vez mais confortável para a corte. Este primeiro Versalhes, ainda modesto, foi o ponto de partida de uma transformação histórica: de refúgio real a futuro símbolo do poder e do esplendor francês.
A história do Palácio de Versalhes começa no século XVII como um simples pavilhão de caça encomendado por Luís XIII num cenário de bosques e zonas húmidas, nos arredores de Paris. Era um local discreto, destinado ao repouso e à caça, longe da imagem monumental que associamos a Versalhes.
A grande transformação deu-se com Luís XIVVersalhes tornou-se a residência oficial da corte e a grande montra do poder francês. Com constantes ampliações, salões deslumbrantes e jardins concebidos ao milímetro, o palácio passou de casa de campo real a símbolo de luxo, política e cerimónia que marcaria a história da Europa.
A arquitetura arquitetura do Palácio de Versalhes foi concebido para impressionar desde o início. O que começou por ser uma modesta residência transformou-se num conjunto monumental onde cada fachada, galeria e pátio tinham um objetivo claro: projetar grandeza e ordem, reflectindo o poder absoluto da monarquia francesa.
Durante o reinado de Luís XIVVersalhes cresce com as sucessivas ampliações. A disposição do palácio, com os seus eixos e simetrias cuidadosamente planeados, orientava a vida da corte e colocava o rei no centro, tanto num sentido simbólico como real. Espaços como o Galeria dos EspelhosOs apartamentos reais e os grandes pátios mostram como a arte e a arquitetura se tornaram um instrumento político: Versalhes foi construída não só para viver, mas também para governar e deslumbrar.
Os jardins do Jardins do Palácio de Versalhes são muito mais do que um complemento do palácio: são uma parte essencial da sua história e da sua mensagem de poder. Concebidos no século XVII por André Le Nôtreo grande pintor de paisagens de Luís XIVforam concebidos como um cenário perfeito onde a natureza era “ordenada” com a mesma disciplina com que o rei organizava a corte.
Avenidas intermináveis, canteiros geométricos, fontes monumentais e lagos reflectem o inconfundível estilo francês, concebido para impressionar a cada passo. Passear pelos jardins é como caminhar por um verdadeiro teatro ao ar livre, criado para festas, passeios reais e espectáculos de água e música que fizeram de Versalhes o local mais admirado da Europa.
Luís XIVo famoso Rei Solfoi o grande responsável pela transformação de Versalhes no símbolo máximo da monarquia francesa. O que tinha começado como um pavilhão de caça durante o reinado de Luís XIII transformou-se, durante o seu reinado, num complexo monumental destinado a impressionar a Europa e a consolidar a sua autoridade.
A partir de 1661, avança com ampliações gigantescas, rodeando-se dos melhores arquitectos, artistas e paisagistas. Mas Versalhes não era apenas luxo: era estratégia. Ao transferir a corte para lá, Luís XIV concentrou a nobreza à sua volta, controlando o seu quotidiano entre cerimónias, festas e etiqueta rigorosa. Versalhes tornou-se assim um palco onde tudo – arte, arquitetura e protocolo – transmitia a mesma mensagem: o poder do rei era absoluto.
Na Paços da Rainhauma pequena porta secreta tornou-se um dos cantos mais intrigantes do Palácio de Versalhes. Por detrás dos salões cerimoniais e da rígida etiqueta da corte, existiam corredores privados concebidos para permitir que a rainha se movesse discretamente, longe de olhares e protocolos.
A lenda e a história cruzam-se em particular em outubro de 1789O palácio viveu um dos seus momentos mais tensos. No meio do caos, Maria Antonieta O rei de Versalhes teria utilizado esta saída reservada para sair dos seus aposentos e chegar a um lugar seguro, ligando-se rapidamente a zonas mais protegidas do palácio. Este pormenor, quase escondido, recorda que Versalhes não era apenas luxo: era também um labirinto de poder, medos e segredos.
Os jardins do Jardins do Palácio de Versalhes são muito mais do que um complemento do palácio: são uma parte essencial da sua história e da sua mensagem de poder. Concebidos no século XVII por André Le Nôtreo grande pintor de paisagens de Luís XIVforam concebidos como um cenário perfeito onde a natureza era “ordenada” com a mesma disciplina com que o rei organizava a corte.
Avenidas intermináveis, canteiros geométricos, fontes monumentais e lagos reflectem o inconfundível estilo francês, concebido para impressionar a cada passo. Passear pelos jardins é como caminhar por um verdadeiro teatro ao ar livre, criado para festas, passeios reais e espectáculos de água e música que fizeram de Versalhes o local mais admirado da Europa.
O quarto do Quarto do Rei era muito mais do que um simples quarto de dormir: era o centro simbólico do Palácio de Versalhes e do poder de Luís XIV. Situada num local estratégico do palácio, esta sala tornou-se palco dos rituais mais importantes da corte, onde cada gesto reforçava a autoridade do monarca.
Cerimónias como a alavanca (o momento em que o rei se “levanta”) e o coucher (quando se retirava para descansar), verdadeiros acontecimentos públicos a que assistiam nobres selecionados. Em Versalhes, até a vida privada do rei é transformada num espetáculo político. Entrar nesta sala é compreender como o palácio transformava a vida quotidiana em propaganda: tudo girava em torno do rei, e o rei era o centro de França.
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